Preso por não confiar e por confiar demais...sem consciencia do que agora existe e do que desapareceu...preso pelo que desapareceu.
Ontem as mentalidades mortas sentenciaram-me e hoje as novas não sabem absolver...
Fiquei de lado do mundo...sei dele mas ele não sabe de mim...
Preso no esquecimento adormeço...e espero não acordar...
Sonho com o que queria que acontecesse...so posso sonhar...e lembrar-me daquelas palavras:
A cidade está deserta,
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte:
Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas...
Em todo o lado essa palavra
Repetida ao expoente da loucura!
Ora amarga! ora doce!
Pra nos lembrar que o amor é uma doença,
Quando nele julgamos ver a nossa cura!
Estou preso num lugar que não existe...entre quatro paredes escuras...estou preso no esquecimento...
Lembra-te de mim!
P.S.: escrevi porque deu-me uma pancada...agora comentem a pancada com a primeira pancada que vos vier á cabeça...

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